Crônicas, memórias, literatura, natureza e histórias que a vida conta — por Helena Bernardes.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
RÁDIO TAXI ARAGUAIA NEGA RESPONSABILIDADE EM BATIDAS DE CARROS A TERCEIROS
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Então é Natal (Simone)
Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez.
Então é Natal, a festa Cristã.
Do velho e do novo, do amor como um todo.
Então bom Natal, e um ano novo também.
Que seja feliz quem, souber o que é o bem.
Então é Natal, pro enfermo e pro são.
Pro rico e pro pobre, num só coração.
Então bom Natal, pro branco e pro negro.
Amarelo e vermelho, pra paz afinal.
Então bom Natal, e um ano novo também.
Que seja feliz quem, souber o que é o bem.
Então é Natal, o que a gente fez?
O ano termina, e começa outra vez.
E Então é Natal, a festa Cristã.
Do velho e do novo, o amor como um todo.
Então bom Natal, e um ano novo também.
Que seja feliz quem, souber o que é o bem.
Harehama, Há quem ama.
Harehama, ha...
Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez.
Hiroshima, Nagasaki, Mururoa...
É Natal, É Natal, É Natal.
domingo, 12 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Movimento pelo Planeta
Acompanhe @mov_peloplaneta no Twitter
1°DEZEMBRO - DIA INTERNACIONAL DA LUTA CONTRA AIDS
"Aproveite o dia para repensar sobre seus valores: Não ignore a realidade!"
sábado, 13 de novembro de 2010
Pés que falam por si
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
domingo, 3 de outubro de 2010
HOMENAGEM DE HISTÓRIAS QUE A VIDA CONTA PARA OS "JOVENS DA TERCEIRA IDADE"
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Letras rebeladas
Mas as letras não tentaram fugir
Apenas se reuniram em tribos
De poesias, contos, crônicas e demais artigos
E impediram que os livros pudessem se abrir.
A elas outros também se aliaram,
As lousas não aceitaram mais risco de giz,
Todas as canetas secaram,
Os teclados dos computadores travaram
E o mundo passou a ser infeliz.
As bibliotecas deixaram de ser
Porta para o mundo da imaginação,
Ninguém mais pôde ler,
Os escritores não conseguiram escrever,
As livrarias deixaram de ser atração.
E depois de muita confusão
Quando o homem voltava ao tempo da pedra
As letras fizeram uma reunião
E decidiram em unânime votação
Que já era hora de darem uma trégua.
E assim o mundo voltou a ter vida
E ficou gravada a certeza
De que é através da escrita
Que a relação humana se solidifica
E nunca mais se viu um livro largado sobre a mesa.
Esta poesia é de meu poeta preferido que tenho o maior prazer em publicar aqui em Histórias que a vida conta.
Eduardo de Paula Barreto
http://www.opoetizador.com/
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
DESABAFO DE UM AGRONOMO
-Gostaria de lhe dizer que estes mesmos canalhas estão tentando, sob a palatável desculpa dos direitos humanos, acabar com o direito de propriedade, arruinando qualquer futuro para o agronegócio brasileiro.
Autor: Eng° Agr° Fernando Sampaio.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Escuta as vozes da terra
Douglas Wood
Grandad’s Prayers of the Earth
Paris, Gründ, 2000
(Tradução e adaptação)
História que a vida conta tem imenso prazer em divulgar e publicar o seu conto, sua poesia ou até mesmo sua história de vida.
Faça como o Clube da História, escreva-me para juntos fazermos mais histórias pelo mundo
sábado, 11 de setembro de 2010
MEU PASTOR ( EDUARDO DE PAULA BARRETO)
E nada me faltará’,
Serei do campo a flor
E Ele aquele que me regará
E em todo lugar aonde eu for
Ele sempre me acompanhará.
Ele testemunhará o meu crescimento,
Nas minhas dores me amparará
E nas quedas nos buracos imensos
Com mãos de vento me segurará
E numa demonstração de amor intenso
Novas oportunidades me dará.
Nas noites frias
Ele me servirá de abrigo
E na melancolia
Será um querido amigo
Sob a luz do dia
Ou quando o Sol estiver escondido.
Não O verei,
Mas Ele sempre estará por perto,
Jamais blasfemarei,
Mesmo quando perdido num deserto,
Pois é certo que O encontrarei
Num oásis me esperando de braços abertos.
Eduardo de Paula Barreto
O Poetizador
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
A era das mãos entrelaçadas - Leonardo Boff
Os tempos de abundância e comodidade pertencem ao passado. O que está ocorrendo não é uma simples crise, mas uma irreversibilidade. A Terra mudou de modo que não tem mais retorno e nós temos que mudar com ela. Começou o tempo da consciência da finitude de todas as coisas, também daquilo que nos parecia mais perene: a persistência da vitaiidade da Terra, o equilíbrio da biosfera e a imortalidade da espécie humana. Todas estas realidades estão experimentando um processo de caos. No início ele se apresenta destrutivo, deixando cair tudo que é acidental e meramente agregado, mas em seguida, se revela criativo, dando forma nova ao que é perene e essencial para a vida.Até agora vivíamos sob a era do punho cerrado para dominar, subjugar e destruir. Agora começa a era da mão estendida e aberta para se entrelaçar com outras mãos e, na colaboração e na solidariedade, construir "o bem viver comunitário" e o bem comum da Terra e da humanidade. Adeus ao inveterado individualismo e bem-vinda a cooperação de todos com todos.
Como os astrofísicos e os cosmólogos nos asseguram, o universo está ainda em gênese, em processo de expansão e de auto-criação. Há uma Energia de Fundo que subjaz a todos os eventos, sustenta cada ser e ordena todas as energias para frente e para cima rumo a formas cada vez mais complexas e conscientes. Nós somos uma emergência criativa dela.
Ela está sempre em ação mas se mostra especialmente ativa em momentos de crise sistêmica quando se acumulam as forças para provocar rupturas e possibilitar saltos de qualidade. É então que ocorrem as "emergências": algo novo, ainda não existente mas contido nas virtualidades do Universo.
Estimo que estamos às portas de uma destas "emergências": a noosfera (mentes e corações unidos), a fase planetária da consciência e a unificação da espécie humana, reunida na mesma Casa Comum, o planeta Terra.
Então, nos identificaremos como irmãos e irmãs que se sentam juntos à mesa, para conviver, comer, beber e desfrutar dos frutos da Mãe Terra, depois de haver trabalhado de forma cooperativa e respeitando a natureza. Confirmaremos assim o que disse o filósofo do Princípio Esperança, Ernst Bloch:"o gênesis não está no começo mas no fim".
Faço minhas as palavras do pai da ecologia norte-americana, o antropólogo das culturas e teólogo Thomas Berry: "Não nos faltarão nunca as energias necessárias para forjar o futuro. Vivemos, na verdade, imersos num oceano de Energia, maior do que podemos imaginar. Esta Energia nos pertence, não pela via da dominação mas pela via da invocação".
Temos que invocar esta Energia de Fundo. Ela sempre está ai, disponível. Basta abrir-se a ela com a disposição de acolhê-la e de fazer as transformaçõs que ela inspira.
Pelo fato de ser uma Energia benfazeja e criadora, ela nos permite proclamar com o poeta Thiago de Mello, no meio dos impasses e das ameaças que pesam sobre nosso futuro: "Faz escuro, mas eu canto". Sim, cantaremos o advento desta "emergência"nova para a Terra e para a humanidade.
Porque amamos as estrelas, não temos medo da noite escura. Elas são inalcançáveis mas nos orientam. Lá nas estrelas se encontra nossa origem, pois somos feitos do pó delas. Elas nos guiarão e nos farão novamente brilhar. Porque é para isso que emergimos neste Planeta: para brilhar. Esse é o propósito do universo e o desígnio do Criador.
*Leonardo Boff é autor de Meditação da luz: o caminho da simplicidade, Vozes (2010)
Fonte: Envolverde - Resvista Digital
terça-feira, 6 de julho de 2010
Reforma do Código Florestal é aprovada com protestos de ambientalistas
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Alagoas registra primeiros casos de leptospirose e diarreia depois de enchentes
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O estado de Alagoas já começa a registrar os primeiros diagnósticos de leptospirose e diarreias por causa das enchentes dos últimos dias - doenças comuns em locais atingidos por inundações, onde não há água limpa.
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, foram confirmados dois casos de leptospirose pelo Laboratório Central de Alagoas. Foram examinadas oito amostras dos 15 casos suspeitos identificados. A leptospirose é contraída pelo contato com água ou lama contaminada com urina do rato. Os sintomas são diarreia, dores no abdômen e pressão arterial baixa.
As autoridades locais notificaram também 129 casos de diarreias, 50 picadas de animais peçonhentos (cobras e escorpião) e 58 casos de problemas respiratórios.
O Ministério da Saúde enviou ao estado lotes de vacinas e soro antitetânico para tratar e prevenir doenças como hepatite A, rotavírus, tétano e cólera. Na semana passada, o ministério já havia encaminhado 5 toneladas de remédios, vacinas, soros e dez ambulâncias para atendimento de urgência.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Comida de buteco 2010 com tira gosto afrodisíaco
domingo, 20 de junho de 2010
HISTÓRIA DO INDIO POETIZADA POR ADEMÁRIO RIBEIRO
Uns índios pera aí,
Outros pequeninos nordestinos,
Outros tantos com destinos-norte na Calha da Morte
Pelas beiras, beradêros, caatingas,
Ribeiras, brenhas, babaçuais,
Manhas, manhãs e margens...
Uns grandes como os xinguanos,
Outros xingando e de bordunas no ar!
Outros tantos como Eliane Potigura e Graça Graúna,
Mais outros como Daniel Munduruku e Marcos Terena...
Uns como Babau Tupinambá e Juvenal Payayá,
Outros como Raoni e Sapain,
Tantos outros como Tuira Kayapó e Maninha Xukuru
Todos e todas índios e índias
Diante das lentes, códigos
Lupas, gráficos e DNAs manobrando,
Girando, prospectando e decidindo
O que somos - o que querem
Que sejamos...
Uns e outros tantos índios e índias
vão descendo – subindo - margeando
Rios, pontes, viadutos, estrelas
Ciências, velocidades, aquisições cognoscentes
Violências, tecnologias, redes
Estupros, inundações, vilanias
Transposições, viadutos, teses...
Todos e todas transmutando os Peris e Iracemas
Em todas as dimensões:
Sólido, gás, líquido, átomos, palavras,
Alma, cor, gesto, cheiro
Sombra, luz...
(e serem e são: magníficos!)
Da ação, sim, da permanência, sim,
Do não estar oculto, sim,
Mas nas trincheiras, nas arapukas,
Nos rituais... eles e elas
Proscritos "Wirás", obstinados "Wirás"
Pelas beiras, beradêros, bugreiros,
Caribocas, caboclos,
Manhas, manhãs e margens...
Eles estão e estarão por aí
E por aqui!
Abá am iõ te!
“Índio vai continuar de pé!”
(Ademario Ribeiro)
terça-feira, 1 de junho de 2010
Comemorando Aniversário com poesia...
Eduardo de Paula Barreto
Rufem nos Céus os tambores,
Pois o momento é de pura celebração.
É dia de tomar do arco-íris suas cores,
Redecorar o planeta e emocionar o seu coração.
Feliz por partilhar do seu convívio diário
E grato por sua amizade e expressivo amor,
Uno-me ao Universo e lhe desejo um Feliz Aniversário
E que sua vida seja um jardim sendo você a mais bela flor
Amiga, parabéns pelo seu aniversário.
José de Castro
Nesta data inaudita,
peço a Deus, com emoção,
muitas bênçãos infinitas,
pleno amor no coração.
Viva uma longa idade,
remoçando a cada dia,
muita paz e felicidade,
com saúde e alegria.
Um Feliz Aniversário para Você!
quinta-feira, 18 de março de 2010
3º Congresso de Jornalismo Ambiental começa hoje
Vejam mais na Revista Digital Envolverde
terça-feira, 16 de março de 2010
RIOZINHO (Composição Jose Fortuna e Carlos Cézar
O Dia Mundial das Águas está chegando... Quem usa cuida!
terça-feira, 9 de março de 2010
MULHERES QUE SE DESTACAM NA PRESERVAÇÃO DAS ÁGUAS DO BRASIL 2010
A mulher indígena e a grande aldeia
Na comemoração dos 100 anos do dia internacional da mulher, nada mais justo do que lembrar as mulheres que há mais de dez mil anos são as primeiras responsáveis pela vida humana nesta parte do planeta terra. As mulheres indígenas são as sabias guardiães dos segredos da continuidade da vida e da construção da harmonia e felicidade na interação de todas as formas de vida, na pluralidade da bio e sociodiversidade.
segunda-feira, 8 de março de 2010
História do "Dia Internacional da Mulher"

domingo, 21 de fevereiro de 2010
Asfalto Solar
Os raios de Sol que fazem ferver o asfalto das estradas agora podem ter melhor serventia para os motoristas. O Departamento de Transportes dos EUA resolveu investir na criação de painéis solares para substituir a pavimentação das rodovias do país. Além de diminuir o consumo de petróleo, os painéis (de 4m2) concebidos pela empresa Solar Roadways são feitos de material reciclado (vidro, plástico e borracha) e células solares que captam a luz do Sol e a transformam em energia para – literalmente – iluminar a pista. Com luzes de led embutidas (como o protótipo acima), eles vão funcionar como um sistema inteligente para indicar as faixas de sinalização e até alertas sobre o que o motorista deve encontrar à frente – se há obras, curvas acentuadas ou as condições das estradas. “A energia captada fica armazenada por bastante tempo nas células e ajuda a derreter as camadas de neve que se formam sobre as estradas em dias de frio intenso”, afirma Scott Brusaw, criador do projeto. Os painéis ainda estão sendo testados, mas, se tiverem bons resultados, a ideia é substituir todas as vias americanas pelo “asfalto solar”. “Como cada painel produz cerca de 7 kW de energia por hora, se cobrirmos todo o nosso sistema viário, podemos suprir a necessidade energética de todos os Estados Unidos sem depender de outras fontes de energia nem causar impacto no planeta”, diz Brusaw. Sem dúvida, é mesmo um ótimo caminho para seguir.domingo, 7 de fevereiro de 2010
Prece de Cáritas (legendado)
Prece de Cáritas é uma oração sublime,
e este video tem o objetivo de levar paz ao coração de quem assistí-lo.
É uma mensagem que rompe todo e qualquer
preconceito de paradigma religioso.
PRECE DE CÁRITAS
Voz de Cid Moreira
DEUS, nosso Pai,
que sois todo poder e bondade,
dai forca àquele que passa pela provação;
dai luz àquele que procura a verdade,
pondo no coração do homem
a compaixão e a caridade.
Deus, dai ao viajor a estrela guia;
ao aflito a consolação;
ao doente o repouso.
Pai, dai ao culpado o arrependimento,
ao espírito a verdade, a criança o guia,
ao órfão o pai.
Senhor, que a vossa bondade se estenda
sobre tudo que Criastes.
Piedade Senhor, para aqueles que não vos conhecem,
esperança para aqueles que sofrem.
Que a Vossa bondade permita
aos espíritos consoladores
derramarem por toda parte a paz,
a esperança e a fé.
Deus, um raio, uma faísca do Vosso amor
pode abrasar a terra.
Deixa-nos beber nas fontes
dessa bondade fecunda e infinita
e todas as lágrimas secarão,
todas as dores acalmar-se-ão.
Um só coração, um só pensamento
subirá até Vós como um grito
de reconhecimento e amor.
Como Moisés sobre a montanha,
nos Vós esperamos com os braços abertos,
oh! Poder... oh! Bondade...
oh! Beleza... oh! Perfeição,
e queremos de alguma sorte
alcançar a Vossa misericórdia.
Deus, dai-nos a força
de ajudar o progresso
a fim de subirmos até Vós.
Dai-nos a caridade pura;
dai-nos a fé e a razão;
dai-nos a simplicidade
que fará de nossas almas,
o espelho onde deve refletir
a Vossa Santa e Misericordiosa imagem.
(Madame. W. Krill.)
Ditado pelo Espírito Cáritas.
França - 25 de dezembro de 1873.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Poema Falado - Canto de Iemanjá
Iemanjá, lemanjá / lemanjá é dona Janaína que vem / Iemanjá, Iemanjá / lemanjá é muita tristeza que vem / Vem do luar no céu / Vem do luar / No mar coberto de flor, meu bem / De Iemanjá / De lemanjá a cantar o amor / E a se mirar / Na lua triste no céu, meu bem / Triste no mar / Se você quiser amar
Se você quiser amor / Vem comigo a Salvador / Para ouvir lemanjá / A cantar, na maré que vai / E na maré que vem / Do fim, mais do fim, do mar / Bem mais além / Bem mais além / Do que o fim do mar / Bem mais além (Canto de Iemanjá - Vinícius de Moraes).
sábado, 30 de janeiro de 2010
Humildade (Cora Coralina)
minha pobreza tal como sempre foi.
Que não sinta o que não tenho.
Não lamente o que podia ter
e se perdeu por caminhos errados
e nunca mais voltou.
Senhor, que minha humildade
seja como a chuva desejada
caindo mansa,
longa noite escura
numa terra sedenta
e num telhado velho.
Que eu possa agradecer a Vós,
minha cama estreita,
minhas coisinhas pobres,
minha casa de chão,
pedras e tábuas remontadas.
E ter sempre um feixe de lenha
debaixo do meu fogão de taipa,
e acender, eu mesma,
o fogo alegre da minha casa
na manhã de um novo dia que começa.”
Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas nasceu no dia 20 de agosto de 1889 na velha Villa Boa de Goyaz. Grandiosa na poesia brasileira e, acima de tudo, grandiosa como mulher.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Ajudem o Haiti - cancele a dívida externa
Clique aqui para assinar a petição
É chocante: mesmo com ajuda sendo direcionada para as comunidades desesperadas do Haiti, o dinheiro sai por outro lado para pagar a dívida externa exorbitante do país. Mais de $1 bilhão de uma dívida injusta acumulada anos atrás por credores e governos inescrupulosos.
O chamado pelo cancelamento total da dívida externa do Haiti está ganhando força ao redor do mundo e já convenceu alguns governantes. Porém, rumores dizem que outros países credores ainda estão resistindo. O tempo é curto: os Ministros das Finanças do G7 irão tomar uma decisão semana que vem em um encontro no Canadá.
Vamos gerar um chamado global por justiça, compaixão e bom senso para o povo do Haiti neste momento de tragédia. A Avaaz e parceiros irão entregar o chamado pelo cancelamento da dívida externa diretamente no encontro.
Mesmo antes do terremoto, o Haiti já era um dos países mais pobres do mundo. Depois que os escravos Haitianos ganharam a independência em 1804, a França demandou bilhões em indenização – lançando uma espiral de pobreza e dívidas injustas que já duram dois séculos.
Há alguns anos, campanhas globais pelo cancelamento de dívidas externas despertaram a consciência do mundo. Nos últimos dias, sob uma pressão crescente, financiadores começaram a dizer a coisa certa sobre o cancelamento da dívida externa do Haiti, que ainda é um fardo devastador para o país.
Porém o problema está nas entrelinhas. Depois do tsunami em 2004, o FMI anunciou um alívio no pagamento da dívida externa dos países atingidos – mas os juros continuaram a acumular. Quando a atenção pública diminuiu, os pagamentos da dívida eram maiores do que nunca.
Chegou a hora de cancelar a dívida externa do Haiti incondicionalmente para garantir que a ajuda enviada seja em forma de doação e não empréstimo. Uma vitória agora irá afetar a vida das pessoas do Haiti, mesmo depois que a atenção do mundo se dissipar. Participe do chamado pelo cancelamento da dívida externa e depois encaminhe este alerta para pessoas que se preocupam também:
http://www.avaaz.org/po/haiti_cancel_the_debt_7/97.php
Enquanto assistimos as imagens na televisão e pela Internet, é difícil não se comover. E a relação dos países ricos com o Haiti é de fato bastante obscura.
Porém, momentos como este podem trazer transformações. Ao redor do mundo, milhões de pessoas fizeram doações para salvar vidas no Haiti. Apoiadores da Avaaz contribuíram mais de USD$ 1 milhão nos últimos 10 dias. Porém, nós precisamos erguer as nossas vozes como cidadãos globais para trazer à tona as causas humanas que deixaram nossos irmãos e irmãs do Haiti tão vulneráveis aos desastres naturais.
Não podemos fazer o suficiente para mudar tudo, mas vamos fazer tudo que podemos.(Ben, Alice, Iain, Ricken, Sam, Milena, Paula e toda a equipe Avaaz)
PS: Para fazer uma doação para o Haiti, clique aqui
Vamos fazer a nossa parte e pedir a DEUS para enviar bons anjos espirituais para confortá-los neste momento tão difícil de sua vidas! (Helena Bernardes)
domingo, 17 de janeiro de 2010
Saudade danada de Dona Preta
Que pensei perdida pela madrugada
Mas que vai escondida
Querendo brincar
Senta nesta nuvem clara
Minha poesia, anda, se prepara
Traz uma cantiga
Vamos espalhando música no ar
Olha quantas aves brancas
Minha poesia, dançam nossa valsa
Pelo céu que um dia
Fez todo bordado de raios de sol
Oh poesia, me ajude
Vou colher avencas, lírios, rosas dálias
Pelos campos verdes
Que você batiza de jardins-do-céu
Mas pode ficar tranqüila, minha poesia
Pois nós voltaremos numa estrela-guia
Num clarão de lua quando serenar
Ou talvez até, quem sabe
Nós só voltaremos no cavalo baio
O alazão da noite
Cujo o nome é raio, raio de luar.
Segue abaixo um rabisco que fiz em uma noite de chuva, olhando pela janela e sentindo uma saudade danada dos meus tempos de criança, que intitulei - Quase sem dor
O som da chuva caindo no telhado
Transporta-me para tempos passados
Crianças risonhas, ingênuas e peladas
Correndo dentro de valas de enxurrada
O trovão assusta e mamãe fala
“Olha o raio” crianças danadas
Com testa enrugada sai da sala
Ha! Teimosia é surra de vara!
Corre um pra lá, outro pra cá
O Chicote chia, - vem aqui já!
Maninha chora, esfrega os olhinhos
E o cachorro late e sai de fininho.
Com cabelo escorrido na cara
Olhos vermelhos e arrepios de frio
Então mamãe pára e repara
-Vai já, tomar um banho quentinho!
Cheiro de açúcar queimado
Leite do bule com casca de canela
Fogão de lenha e labareda alta
Borbulha tudo em preta panela.
Lá vem um lindo anjo
-Tá docinho e bem quentinho!
Faz cafuné, e dá beijinho
É mamãe com seu jeitinho
Olho pela janela a chuva se foi
O que importa? Ela está morta!
E muda e triste compreendo tudo
É só o amor.... Quase sem dor!
Autora : Helena Bernardes
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
CONSCIENTIZAR E PRESERVAR É NOSSA MISSÃO
OS GRANDES AMBIENTALISTAS TEM PARTICIPAÇÃO !

Autora: Helena Bernardes


























