quinta-feira, 25 de junho de 2009

Artesanato Ecológico

"ART ECO" é um projeto que consiste na divulgação do artesanato ecológico de todo o país.
Artesãos que utilizam de material reutilizáveis e/ou recicláveis para a construção de suas peças.
O espaço é dedicado à estes que fazem verdadeiras obras de arte com materiais que jogamos no lixo.

Quem quiser fazer parte deste espaço, basta:

> Encaminhar fotos do artesanato,
> Dizer qual material utiliza,
> Encaminhar nome, localidade ( Cidade e bairro )
> Email e/ou telefone para contato.

Encaminhar para: artesanato.ecologico@gmail.com
Pronto ! Com estes dados terá seu trabalho divulgado!

Quer ajudar o planeta e não sabe como??
"Divulgue o Artesanato Ecológico "

Vejam o endereço abaixo

http://arteecobrasil.blogspot.com/

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Como a Vovó Onça chegou à vida de Helena Bernardes

Antes de ser Vovó Onça, eu já rondava a vida de Helena sem que ela percebesse.

Durante a semana, a vida era outra.

Helena trabalhava vendendo pneus, percorrendo estradas, atendendo clientes e vivendo aquela correria que o trabalho exigia.

Mas chegava o fim de semana e o cenário mudava.

Ela ia para uma chácara em Anápolis, próxima às nascentes do Rio Piracanjuba.

Ali trocava o movimento das estradas pelo silêncio da mata.

De manhã cedo, pegava a câmera fotográfica e saía para caminhar.

Fotografava árvores, flores, orquídeas, animais, nascentes e tudo aquilo que encontrava pelo caminho. Muitas vezes, Shake, seu cachorro preto, seguia junto nessas pequenas expedições.

Os sobrinhos começaram a brincar com aquele jeito dela e a chamá-la de “mulher bicho do mato”.

E foi nesse tempo que apareceu outro apelido:

Tia Onça.

Eu estava começando a nascer.

Os anos passaram. A vida mudou. E então chegaram JPzinho e Leia.

Helena virou avó.

Ora, se a Tia Onça agora era avó, o destino do nome estava praticamente resolvido.

Nasceu a Vovó Onça.

Com os netos vieram as histórias. Depois chegaram outros personagens, florestas imaginárias, animais falantes, nascentes que precisavam ser protegidas e aventuras capazes de ensinar às crianças aquilo que Helena sempre acreditou: a natureza não é um lugar que visitamos. É a casa que precisamos aprender a cuidar.

Hoje eu apareço nos contos, nos livros e nas histórias que ela inventa.

Mas minha origem continua lá atrás:

entre uma semana de trabalho, uma estrada, um fim de semana na chácara, uma câmera fotográfica e uma mulher que gostava demais de entrar no mato.

Por isso, quando alguém pergunta quando a Vovó Onça apareceu, eu tenho vontade de responder:

— Eu não apareci de repente, não. Fui chegando devagarinho. Primeiro fui mulher bicho do mato. Depois Tia Onça. Até que dois pequenos chegaram e me promoveram a Vovó.

E promoção dessas a gente não recusa. 🐆
Vovó Onça.

Uma personagem nascida entre memórias, natureza e histórias contadas às crianças.

E o cabelo da Vovó?

Tem uma coisa que preciso contar.

Quando nasci como personagem, eu era uma onça-pintada idosa como manda a natureza: não tinha cabelo humano.

Usava meus óculos redondos, meu xale lilás e carregava minhas pintinhas com muita dignidade.

Só que personagem também vive fases.

Quando completei 68 anos, resolvi aprontar uma novidade: ganhei cabelos humanos, curtos e grisalhos, inspirados nos cabelos de Helena.

Foi uma espécie de aniversário com direito a mudança de visual.

Agora, quando apareço com meus fios grisalhos, não é erro de ilustrador, não. É evolução da personagem.

Afinal, depois de tantos anos contando histórias, achei justo ganhar alguns cabelos brancos também.

Afinal, quando nasceu a Vovó Onça?

Essa é a pergunta mais difícil.

Talvez eu tenha nascido quando Helena entrou pela primeira vez no mato levando uma câmera.

Talvez quando alguém a chamou de Tia Onça.

Talvez quando chegaram os netos.

Ou talvez eu sempre estivesse por ali, escondida entre uma nascente, uma fotografia, uma estrada e um caderno esperando a hora certa de aparecer.

Hoje sei a resposta que prefiro:

Eu não cheguei de repente à vida de Helena Bernardes. Eu já morava nela.

Só precisei de duas crianças para ganhar o nome de Vovó.

🐆 Vovó Onça

Personagem criada por Helena Bernardes, nascida das memórias, da natureza, da educação ambiental e das histórias contadas às crianças.

E assim nasceu a nova Vovó Onça: a mesma onça, as mesmas histórias, só que agora com cabelo para despentear. 🐆😄



O que vc anda fazendo para ter um mundo melhor?

Um Clipe para uma boa reflexão...


Fonte: You Tube

terça-feira, 23 de junho de 2009

História de pescadora

O Homem é produto de seu meio!
Nesta semana que se comemora o "Dia do Pescador", resolvi fazer uma homenagem a eles. Aqueles pescadores que tem consciência de que, é de suas mãos, a responsabilidade de proteger os rios e as matas ciliares. São aqueles que não cortam árvores e nem jogam lixo nas margens dos rios e lagos. São os que devolvem o peixe ao seu habitat natural, ficando apenas com o que irá se alimentar. São a estes pescadores que dedico todo meu respeito e carinho!

A foto abaixo tirei em uma de "minhas andanças" como pescadora. Como boa observadora, passei a analisar a mata ciliar desta região e percebi o quanto ela foi devastada para formação de agricultura.
Então, como "contadora de história", vou aproveitar pra falar um pouquinho sobre mata ciliar.
O que é Mata Ciliar?
Mata ciliar é a formação vegetal localizada nas margens dos nos, córregos, lagos, represas e nascentes. Também é conhecida como mata de galeria, mata de várzea, vegetação ou floresta ripária. Considerada pelo Código Florestal (Lei Federal nº 4.771/65) como "área de preservação permanente", com diversas funções ambientais, devendo respeitar uma extensão específica de acordo com a largura do rio, lago, represa ou nascente.
Esta área deve manter-se intocada e caso esteja degradada deve-se prever a imediata recuperação. A mata ciliar reduz o assoreamento dos rios, deixa a água mais limpa, facilitando a vida aquática. A ausência da mata ciliar faz com que a água da chuva escoe sobre a superfície, não permitindo sua infiltração e armazenamento no lençol freático. Com isso, reduzem-se as nascentes, os córregos, os rios e os riachos. Essas áreas naturais possibilitam que as espécies, tanto da flora, quanto da fauna, possam se deslocar, reproduzir e garantir a biodiversidade da região.
Sabendo de tudo isso, nossa missão é ajudar a cuidar destas áreas de preservação ambiental.
No futuro, você irá encher o coração de alegria ao ver um pescador contar exageradamente, o tamanho do peixe que ele pescou em um rio que você ajudou a preservar.
Que tal começar observar o que está a sua volta? Que "História" irá contar aos seus netos?
Vale até, "história de pescador"!
Helena Bernardes

Homenagem aos pescadores

*Oração feita em homenagem e para proteção de um pescador, navegante, guerreiro, sobrevivente, desses que navegam em qualquer mar.

Que não se desliguem de mim, os sonhos.
Nem a liberdade.
Que não se desfaça em mim a vontade,
De seguir em frente, de findar viagem,
Que mais que finda é início,
De novo sonho,
De infindas vias, de estradas mil.
Onde a realidade se mistura com a miragem...
Que não me deixem órfãos, os ideais
De liberdade.
Que não se esmaeça em mim a saudade,
De abraçar o ontem, de me fazer aragem,
Que mais que brisa é vento,
De novo barco,
De novas velas, de mares meus
De mergulhos mil, de descobertas infindas,
Onde as águas se misturem com a viagem.
Que não se despeça de mim, o mar.
Nem o amar.
Nem o amor à liberdade.
Pois se isso acontecer,
Não mais serei o mar,
A brisa,
O sonho,
Ou a Liberdade...
Serei espuma do nada.
E em nada me tornarei.

Poeta: Paulo da Vida Atho
Foto: Helena Bernardes

Mata Ciliar

Cuidar do meio ambiente é obrigação de TODOS!

Fonte: You Tube

Tinta de Terra - Ecologicamente Correta

Como fazer tinta de terra, com água, cola e terra.

http://www.ecomuda.com.br /
http://www.ecolmeia.com

Fonte : You Tube

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Nada dura para sempre, só a terra e o céu...

Tradução de : Dust in the wind (Kansas)

Poeira ao vento

Eu fecho meus olhos...
Só por um momento e esse momento se vai...
Todos os meus sonhos...
Curiosamente passam diante de meus olhos...
Poeira ao vento...
Tudo que nós somos é poeira ao vento...
A mesma canção antiga...
Basta uma gota de água em um infinito mar...
Tudo que fazemos desintegra-se à terra, porém recusamos a ver...
Poeira ao vento...
Tudo o que nós somos é poeira ao vento...
Não fique parado..
Nada dura para sempre, só a terra e o céu...
Tudo vai embora...
E todo o seu dinheiro não comprará outro minuto...
Poeira ao vento...
Tudo o que nós somos é poeira ao vento...
Poeira ao vento...
Tudo não passa de poeira ao vento...

Fonte: YouTube

Paula Fernandes - Meu eu em você

Esta cantora linda é Paula Fernandes, irmã da dupla Victor e Léo.Tem uma voz lindíssima e canta como os pássaros em uma linda manhã de primavera!

Esta música é dedicada aos "grandes amantes" da natureza e do belo , no dia que é dedicado aos namorados.

Fonte: You Tube
Música : Meu eu em você

VALE A PENA VER E OUVIR

O Nome da música "Regenerar", já nos faz pensar um pouco sobre nossas atittudes.

Vamos ajudar regenerar nossso Planelta que foi o berço do Sublime Peregrino!

Vamos ver a Conjugação deste verbo , segundo nosso "Aurelius".

Regenerar: v. tr. pron.

1. Dar nova existência a.
2. Melhorar; restaurar; corrigir; revivificar.
3. Formar-se de novo; revivificar-se; emendar-se.

O Clip é mais uma pesquisa realizada no YouTube, para comemorar o Dia de "Corpo de Cristo.